celebrar o amor [raviolis e um filme no sofá]

Amor também é apanhar um avião à sexta e outro ao domingo para passar 48 horas em casa. É substituir flores por raviolis, os meus preferidos, comprá-los na banca bonita da praça central de Basileia e trazê-los num saquinho de papel para o jantar. É saber descomplicar. Fazer dois tabuleiros simples, um copo de vinho tinto, sentar no sofá. Ver um filme pela segunda vez para que o possamos ver juntos. Ele gosta de cinema e gosta de partilhar os filmes que vê comigo. Resisto muitas vezes; tenho sempre sono a mais e pouca cabeça para enredos difíceis. Outras vezes não, faço-lhe a vontade. E ele fica feliz. Não é preciso muito para celebrar o amor.

Foi este o filme que vimos no sábado. Não é uma história propriamente romântica, aliás bem pelo contrário já que explora a conspiração, a traição e os jogos de aparências no casamento. Tem uma nomeação para os Óscares e eu gostei muito.

 

do tempo que passa [rápido demais]

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celebrar o amor [raviolis e um filme no sofá]

o choro [e depois o yoga]

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