Category: DIARY

outubro – novembro

outubro – novembro

8:30 da manhã. Já estou sentada ao computador, cappuccino à direita, litro de água à esquerda. Saímos os quatro, juntos. Os quatro a pé, os quatro no autocarro, os quatro outra vez a pé até ao colégio. A Constança riu…

38

38

[Sevilha, junho de 2016. fotografada pelo fantástico Pierre Pallez] Eu. Um dia depois de fazer 38 anos. Observo-me. As pessoas dizem que eu estou magra mas estão enganadas. Já fui mais gorda é certo [o tesourinho de 1993 que ontem…

cheirinho a férias

cheirinho a férias

5 da tarde, 35 graus, metade da cidade mergulhada no rio. Mantenho a casa na penumbra, principalmente ao fim da tarde, hora em que bate o sol certeiro nesta imensidão de janelas. Sinto demasiado calor para conseguir trabalhar, ando de um lado para…

o fim-de-semana, segundo as fotos no meu iPhone

o fim-de-semana, segundo as fotos no meu iPhone

Tivemos um ótimo fim-de-semana. Escrevo isto e menosprezo, agora com um sorriso, os percalços que nos deram momentos difíceis: o pai que partiu por mais uma temporada, as despedidas que custam, as viagens de transportes públicos com as duas e um só…

sobre repensar prioridades e escrever [ou não] neste blog

sobre repensar prioridades e escrever [ou não] neste blog

É feriado de Pentecostes em Basel. As miúdas dormem a sesta, a casa está em silêncio e eu hesito entre o sofá com os catálogos que trouxe de uma feira de design que visitámos há umas semanas atrás, os sacos…

segunda-feira [e intenções para maio]

segunda-feira [e intenções para maio]

Segunda-feira, mais um recomeço. Depois da neve e da chuva das últimas semanas, apareceu um solinho bom, as buvettes já estão abertas [saltito entre esta e esta], parece que afinal a primavera chegou à Suíça e nesta altura do ano vê-se de tudo na rua: gente…

regressar

Não me cruzei com a minha mãe mas nem por isso a sua passagem por aqui passou despercebida. É tão diferente e tão bom chegar e encontrar a casa cheirosa e arrumada, com aquele toque tão dela, tão nosso. Melhor ainda é…

as dores da mudança

as dores da mudança

Há quem ache que ando deprimida. Não, não ando. Pode até parecer porque às vezes escrevo umas coisas um bocado assustadoras, preocupantes talvez, mas não, não sou dada a deprês. Ao invés, ouço os The The alto e bom som neste showroom…

cancro, dor e vida [a escrita da madrugada]

cancro, dor e vida [a escrita da madrugada]

De repente, é como se tudo [pouco] que leio esteja destinado a dar-me um abanão. No outro dia, esta realidade tão dramática. Hoje, estas palavras determinadas de uma mulher que eu já admiro sem conhecer. Não encaro este diagnóstico como uma…

murro no estômago

Andava a evitar as notícias tristes de crises, refugiados e atentados [às vezes sou como a avestruz e meto a cabeça na areia] mas como era a Laurinda Alves e eu gosto muito do que ela escreve, entre uma trinca no pão…