

E quando veio ter connosco com uma mão no ar e outra a levantar a roupa para mostrar o dói-dói, ela, com aquela expressão de aflita tão dela, como se fosse um passarinho ferido a pedir ajuda, fez o meu coração explodir de tanto amor, orgulho e admiração, meu deus como fomos capazes de gerar uma criatura assim e a natureza ter sido tão generosa connosco. 





Não fiz nada, não me levantei, não me mexi, sorri apenas, calada. Pensei como serei eu capaz de a proteger para sempre, que tamanha responsabilidade, e pedi que ficasse para sempre assim pequena, ainda bebé, ao meu alcance para que eu nunca deixasse de o fazer.
Que bonitas linhas!! 🙂
Também sinto todas essas emoções com a minha querida Francisca de 15 meses, às vezes até é difícil de explicar… é um amor tão grande e uma gratidão imensa por termos tido a sorte de ter uma menina como ela.
Felicidades! 😉
Tão lindo o texto!!!Sei que sentimento é esse.. tenho-o tido desde há 4 anos para cá.. e depois de há um ano para cá a triplicar… é tão bom… e exasperante ao mesmo tempo!
Parabéns pela bebé linda e família feliz 🙂